A rotação de culturas tem como principal objetivo garantir a estabilidade econômica e ambiental da lavoura. Considerando pragas, doenças e a adubação, a troca de culturas entre as safras reduz os impactos no solo, minimiza a incidência de pragas monófagas (que se alimentam prioritariamente de milho), e evita a disseminação de fungos e doenças, que não conseguem se desenvolver sem a cultura.

Hoje, na agricultura intensiva brasileira, o principal sistema de rotação de culturas acontece com soja e milho, e em algumas das maiores regiões produtoras, além das culturas de grãos, são inseridas as chamadas “culturas de cobertura” durante a entressafra, como é o caso do Sul do país.