“Planta daninha é uma planta fora do lugar desejado” – essa é com certeza a melhor definição para as plantas que, geram custos com manejo e atrapalham a produtividade da lavoura. O problema maior acontece quando plantas daninhas não são manejadas a tempo e se proliferam.

Entre as principais características dessas plantas, estão a capacidade elevada de produção de sementes em diferentes condições ambientais, a fácil disseminação de sementes em curta e longa distância, mecanismos de dormência de sementes, estruturas de reprodução com longevidade no solo e o processo germinativo desuniforme, que dificulta bastante o controle, já que sementes de uma mesma planta podem germinar em momentos diferentes. Além disso, os processos especiais de competição, como alelopatia e hábito trepador, colaboram para que a cultura do milho sofra com a chamada “matocompetição”.

A matocompetição
Quando plantas daninhas competem com as plantas de milho na lavoura, há uma disputa por água, luz e nutrientes. Isso afeta drasticamente a produtividade da cultura, reduzindo a expressão do potencial produtivo.

Pragas
Entre uma cultura e outra, é nas plantas daninhas que as pragas encontram o melhor abrigo. Hospedeiras de lagartas e percevejos, essas plantas invasoras podem representar potenciais infestações de pragas se não forem controladas no momento correto.