Uma das principais recomendações para controlar plantas daninhas, que podem impactar na produtividade da cultura do milho, é a dessecação antecipada. Realizada de forma eficiente, essa prática pode eliminar todas as plantas daninhas antes da semeadura.

Outro benefício da dessecação é a proteção do solo. Quando é feito o controle de plantas daninhas, é formada uma palhada, que protege o solo da ação das chuvas e, ao mesmo tempo, mantém sua umidade, conferindo as condições ideias para a germinação da cultura, que pode ser instalada no limpo.

Em lavouras com híbridos RR (tolerantes a glifosato), o uso de herbicida à base de glifosato apresenta um excelente nível de controle, mas é importante ressaltar que o sucesso dessa prática está ligado ao momento correto de execução. Por essa razão, a dessecação antecipada deve ser realizada quando as plantas daninhas estiverem em tamanho pequeno, fase em que são mais vulneráveis.

Para proteger o híbrido das plantas daninhas e permitir que a lavoura expresse seu máximo potencial produtivo, é essencial identificar as espécies de plantas invasoras presentes na área, para que sejam utilizados os melhores herbicidas nas doses corretas para cada situação. Além disso, é preciso observar as condições da planta, do clima e do local, antes de usar a tecnologia de aplicação.

A adoção de cobertura de inverno e o plantio com espaçamento reduzido, além da implementação de boas práticas agronômicas, facilitam o manejo de plantas daninhas.